Na Associação Cultural de Solidariedade Social de Urrós, falar de fumeiro é viajar no tempo. Cada idoso recorda a forma como se fazia em sua casa, uns falam do porco criado ao longo do ano, outros da matança feita em família, do sal certo, dos temperos e do fumo lento da lareira que dava sabor aos enchidos.
Há quem se lembre de pendurar os chouriços, quem fale do cuidado em vigiar o fumeiro noite e dia e quem sorria ao contar que tudo era feito com tempo, paciência e muito saber passado de geração em geração.
São tradições antigas, cheias de histórias, que hoje ganham nova vida através da partilha e da conversa.









